Clássicos da cultura pop em versão pornô

PORN

Fonte: Byte que eu gosto

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Deep Throat, um clássico pornô

Linda Lovelace

Deep Throat é fácil o mais famoso pornô de todos os tempos. O filme que imortalizou a pornstar Linda Lovelace e popularizou mundialmente a prática da garganta profunda (boquete hardcore que tem por objetivo engolir o pau inteiro), é pesado como todo o bom pornô. Mas, em meio a diversas tomadas de sexo explícito e closes de genitálias em fricção, rola também uma trama interessante, com cenas divertidas e ótimos diálogos. A produção de baixo orçamento daquele ano de 1972 se assemelha aos filmes amadores de hoje em dia. Proibido em 22 estados norte-americanos, provocou uma verdadeira revolução à epoca, promovendo um grande debate sobre liberdade sexual.

A história se desenrola a partir da revelação da própria Linda, que conta à sua amiga que nunca chegou lá. Helen, que é bem descolada totalmente sem pudores, resolve ajudar a amiga a atingir o tão desejado orgasmo e promove uma concorrida fuckparty em sua casa. As duas revezam-se entre diversos rapazes. Helen trepa como uma alucinada com dois homens ao mesmo tempo, numa cena que chega a ser cômica. Mas o objetivo de fazer a protagonista ver estrelas não é atingido. Inconsolada, Linda decide procurar ajuda médica.

O doutor recebe Linda numa sala de decoração nonsense, jogando bolhas para o ar, enquanto ela fala. Pergunta-lhe sobre traumas de infância, mas diz não se incomodar com nenhum dilema moral. E então surge a questão: “Será que o problema é físico, e não psicológico?” O médico resolve fazer um tosco exame interno. Molha a ponta dos dedos em uma tigela de água (como se isso assegurasse qualquer condição de higiene) e vai observar no meio das pernas da garota com uma luneta. Rapidamente, obtém o diagnóstico: Linda não tem clitóris (obviamente que, na pequena pussy totalmente depilada da pornstar, vê-se um pequeno grelo – mas ignoremos o fato). A menina põe-se a chorar.

Ele pede para ela se acalmar e diz que há de ter um jeito. Pergunta-lhe o que a excita mais. Ainda aos prantos, Linda responde: “Fico excitada aqui”, apontando para a sua boca. Eis que o médico examina a garganta dela e lá dentro encontra o seu clitóris. Deep throat seria, portanto, a solução para a frigidez da garota. O doutor ensina: “É uma questão de disciplina. Você tem que aprender relaxar todos os músculos. Deve sincronizar a respiração com o movimento da sua cabeça”. Logo, ela resolve treinar com ele e acerta de primeira! Assim, Linda Lovelace ouve finalmente os sinos tocando e fogos de artifício e até um foguete decolar, tudo ao mesmo tempo.

Imediatamente, Linda se diz apaixonada pelo doutor e o pede em casamento. Ele diz que não pode fazer isso, mas se propõe a tratá-la e faz dela uma de suas enfermeiras. Há ainda uma cena bizarra em que um homem serve vinho em um recipiente colocado na buceta dela, e, enquanto penetra, bebe de canudinho. A garota continua atrás de um rapaz bem-dotado cujo pênis alcance o clitóris no fundo da sua garganta – segundo ela, deveria ser um pau de mais de 22cm!

É interessante assistir a esse filme e perceber certas mudanças culturais que ocorreram com o passar do tempo. Parece não haver muita preocupação com depilação genital. Se algum dia você ficar curioso em conhecer a obra, no link abaixo você encontra o filme na íntegra.

Deep Throat

Fonte: Lasciva

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Os alimentos que estimulam o sexo

sexy_couple

Alimentos afrodisíacos são aqueles que aumentam o desejo sexual em homens e mulheres. O termo deriva de Afrodite, deusa do amor, e faz referência a tudo aquilo capaz de estimular as capacidades sexuais dos seres humanos.

Para você quer esquentar o clima com sua parceira, confira abaixo uma lista de alimentos que estimulam o sexo, que contém uma base química comprovando seus poderes sexuais. Confira!

OS ALIMENTOS QUE ESTIMULAM O SEXO
Ostras

Ostras – considerado um alimento afrodisíaco por ser rico em zinco. Aumenta os níveis de testosterona.

Aipo – rico em feromônios, podem ajudar a atrair o sexo oposto. Um estudo recente descobriu que aqueles que mastigaram aipo se sentiam mais excitados em situações sociais do que aqueles que não mastigaram.

Canela – pesquisadores disseram que o aroma da canela é bom para o sexo. Ele aumenta o fluxo sanguíneo entre os homens.

Sorvete de baunilha – tem altos níveis de cálcio e fósforo, constroindo as reservas de energia e aceleram a libido. O cálcio também pode gerar orgasmos mais potentes. Os músculos que controlam a ejaculação necessitam de cálcio.

Ovos – Ricos em vitamina B5 e B6, são importantes na produção hormonal. Estudos mostraram que eles melhoram a libido (principalmente o de codorna).

Aspargos – ricos em ácido fólico, é um importante nutriente para a produção de esperma no homem.
Chocolate

Chocolate (cacau) – considerado afrodisíaco, aumenta o desejo sexual e o prazer nas mulheres, além de aumentar a produção de neurotransmissores, como a dopamina, serotonina e a endorfina, que estão diretamente envolvidos no prazer sexual.

Oleaginosas (castanhas do Pará, Nozes, Amêndoas) – ricas em arginina, que induz a vasodilatação por aumentar a produção de óxido nítrico, responsável pelo prazer sexual nas mulheres e ereção nos homens.

Soja – assim como as oleaginosas, é umas das principais fontes de arginina, ou seja, auxilia no prazer sexual nas mulheres e na ereção nos homens.

Pimentas – (principalmente caiena e malagueta) – ajudam no relaxamento da vagina, e na vasodilatação do pênis.
Romã

Romã – A romã é um dos alimentos considerados mais completos e tem benefícios pra fertilidade, sexualidade e até depressão. Aumenta a produção de óxido nítrico, o que contribui para vasodilatação do pênis. Estudos mostraram que o suco de romã é capaz de melhorar a disfunção erétil em homens.

Nas mulheres, aumenta o desejo sexual e também ajuda a manter as concentrações de estrógenos equilibradas (o que é bem importante para mulheres na menopausa)

Melancia – Para mulheres melhora a vasodilatação (relaxamento da vagina). Para homens, estudos mostraram que o suco de melancia tem um efeito semelhante ao Viagra, por melhorar a vasodilatação (que causa a ereção), e por melhorar a concentração de esperma.

Semente de abóbora – rica em magnésio, que é importante na produção de óxido nítrico, que melhora a circulação, promovendo maior prazer sexual em homens e mulheres. O magnésio tem demonstrado um efeito benéfico em casos de homens com ejaculação precoce.
Vinho tinto

Vinho tinto – rico em antioxidantes que combatem os radicais livres, com isso sobra mais zinco para a produção de testosterona.

Mexilhão e Anchovas – considerados afrodisíacos – são ricos em zinco, estimulam a produção de testosterona.

Curry – ricos em antioxidantes, que combatem os radicais livres, deixando mais zinco livre para a produção de testosterona.

Frutas Vermelhas (amora, framboesa, morango, mirtilo) – ricos em antioxidantes, que combatem os radicais livres, deixando mais zinco livre para a produção de testosterona.

Carne – rica em dopamina e norepinefrina, duas substâncias químicas cerebrais que aumentam a sensibilidade durante o sexo.

Mel – adoçante natural que ajuda o corpo a utilizar o estrogênio e aumenta os níveis de testosterona.

DICAS PARA MANTER O DESEJO SEXUAL EM ALTA POR MUITO TEMPO:

*Evite cigarros

*Evite refrigerantes

*Evite o consumo exagerado de bebidas alcoólicas

*Evite o uso de antidepressivos.

*Tenha uma alimentação rica em ômegas 3 (salmão, sardinha, linhaça, sementes de chia)

*Tenha uma dieta pobre em carboidratos refinados (arroz branco, pão, massas em geral, doces)

*Consuma 30gr de chocolate com mais de 70% cacau por dia

*Utilize os alimentos afrodisíacos sempre que possível.

Fonte: Manual do Homem Moderno

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Mulher quer transar com 23 homens no seu 23º aniversário

Heidi-Van-Horny

Heidi Van Horny está fazendo uma curiosa seleção, de acordo com o “Toronto Sun”. A atriz pornô vai selecionar 23 homens para fazerem sexo com ela no seu 23º aniversário. Os interessados deverão aceitar se submeter a testes de doenças sexualmente transmissíveis para participar do processo. Mais de 500 homens já se candidataram. A sessão de sexo será transmitida para um clube de swing em Montreal(Canadá).

Entre as garantias para que tudo ocorra, Heidi quer que os escolhidos passem por exames para descobrir se há doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e ela ainda pretende fazer uma seleção na hora para escolher quem realmente irá se dar bem. Ou seja, não é porque você está entre os finalistas que vai conseguir afogar o ganso. Tudo precisa ser muito bem organizado. “É o meu corpo, eu sou a única que vai escolher”, acrescentou.

Fonte: Testosterona

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Pesquisa mostra que brasileiro é o que mais usa camisinha na 1ª relação

Sexo seguro

Uma pesquisa feita em 37 países mostra que o Brasil é o país com a maior proporção de uso de camisinhas na primeira relação sexual. Segundo o levantamento, 76% dos brasileiros mencionam o preservativo na primeira vez, contra 75,5% dos gregos e 62,8% dos sul-coreanos.

Os países com piores resultados são Indonésia (com 27,6% de uso na primeira relação), República Tcheca (30,4%) e Nova Zelândia (32,6%).

Entre os entrevistados brasileiros 77% disseram ter usado camisinha na última relação sexual. Ao longo da vida, porém, a proporção de uso é um pouco mais baixa, de 48%, já que a maioria das pessoas deixa de usar proteção quando a relação se torna estável.

A média global nesse quesito foi de 47%, o que mostra que o Brasil não está atrás em relação a sexo protegido.

DST e gravidez
Camisinhas

A maioria dos brasileiros se preocupa com DST (doenças sexualmente transmissíveis) e risco de gravidez ao ter uma relação sexual, mas para os homens a apreensão é um pouco maior: 62% deles se preocupam com DSTs, contra 55% das mulheres, e 46% têm medo de uma possível gravidez, contra 38% das mulheres.

A Durex Global Sex Survey envolve 29 mil pessoas dos seguintes países: África do Sul, Alemanha, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, China, Cingapura, Colômbia, Coreia do Sul, Croácia, Estados Unidos, Espanha, França, Grécia, Hong Kong, Hungria, Índia, Indonésia, Irlanda, Itália, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Nigéria, Países baixos, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Rússia, Suíça, Taiwan, Tailândia e Turquia.

Fonte: UOL

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Especialistas explicam diferença entre gostar muito e ser viciado em sexo

Ninfomaníaca - Filme
O assunto é cercado de mitos. Muita gente acha que a mulher ou o homem que busca o sexo a todo o momento é simplesmente um transgressor social, como explica Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex), mantido pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPqHCFMUSP).

Longe disso, trata-se de uma compulsão sobre a qual o paciente não tem qualquer controle. Por isso, é muito fácil diferenciar o comportamento normal do patológico: entre os dependentes, o sexo é uma prioridade, independente de onde estiver e com quem estiver.

“A pessoa abre mão da hora do almoço, falta ao trabalho ou se ausenta de suas atividades para procurar um parceiro ou se masturbar. Nada é mais importante que isso, nem o lazer, nem as relações sociais”, esclarece a psiquiatra.

Tentações irresistíveis

Também há quem acredite que, entre os dependentes, os impulsos sexuais são consideravelmente mais elevados, mas isso também não é verdade.

“O que move um dependente sexual é o mesmo que move qualquer um de nós. Os impulsos são os mesmos ou um pouco mais intensos, como em alguns casos. O que é diferente é a relação com esse impulso”, explica Aderbal Vieira Jr., responsável pelo setor de tratamento de dependências de comportamentos do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad), ligado ao Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Isso quer dizer que, diante de uma tentação, o compulsivo é compelido ao ato. “Essa é uma das principais características do transtorno: a sensação de falta de liberdade, controle, escolha”, enfatiza o médico. “Uma pessoa que não tem o distúrbio pode se sentir atraída por alguém, mas resiste à tentação de abordá-la. Com o dependente isso é diferente. Ele não consegue ‘negociar’ com seus desejos”, conta.

Até que consiga o êxtase sexual, a pessoa fica dominada por uma fissura. É uma dependência como qualquer outra que acarreta, inclusive, crises de abstinência, embora elas sejam de ordem emocional e psicológica.

De acordo com a psicóloga Egle Bellintani, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, quanto mais o dependente faz sexo ou se masturba, mais ele tem vontade de repetir o ato. “Como um dependente químico, esse indivíduo vai precisando de doses cada vez maiores de dopamina, liberada pelo cérebro toda vez que há sensação de prazer. A diferença é que ele não precisa de um fator externo, como a droga ou o álcool, para que haja essa descarga hormonal”, detalha.

Homens x mulheres

Ninfomania é um dos termos usados para se referir à disfunção quando ela se manifesta entre as mulheres. Para os homens, dá-se o nome de satiríase. As palavras são diferentes, mas pacientes de ambos os sexos têm as mesmas atitudes.

Assim, mesmo as mulheres que costumam ser mais discretas em suas abordagens, de maneira geral, podem se aproximar de estranhos para transar sem se preocupar com julgamentos externos e constrangimentos. “Quando vem o desejo, tanto a mulher como o homem perdem o senso crítico. Os dois agem por impulso e só depois se dão conta do que fizeram”, relata a psicóloga.

A compulsão, no entanto, é mais recorrente entre o sexo masculino. No Proad, 95% dos atendidos são homens. “A mulher tende a desenvolver com mais frequência a dependência afetiva, daí a existência de grupos como o Mada – Mulheres que amam demais. Mas quando ela é portadora de uma dependência sexual, age realmente como um homem, sem distinção”, confirma Vieira Jr.

Na opinião da psiquiatra do ProSex, embora todos os afetados sofram com a disfunção, a ninfomania é mais problemática: “Além das questões morais, a mulher é mais suscetível a doenças sexualmente transmissíveis e têm que lidar com o risco de gravidez. Isso torna a situação mais complexa”, afirma Abdo.

A maior incidência entre os homens também pode refletir a menor procura por ajuda médica entre pacientes do sexo feminino. Porém, como não há pesquisas populacionais sobre a doença, não é possível ir além dos registros realizados nos ambulatórios.
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Primeiros sinais

Ninguém se torna compulsivo da noite para o dia ou a partir de uma experiência desagradável. O excesso de pornografia também não leva ao vício. “Uma pessoa que gosta de pornografia não se torna necessariamente obcecada pelo assunto ou deixa de ter vida social por causa disso”, esclarece a psiquiatra.

Tanto o homem como a mulher apresentam os comportamentos característicos da doença entre o final da adolescência e o início da vida adulta. É nessa fase que eles começam a se interessar exageradamente por sexo. Entre os 20 e os 30 anos, o problema ganha intensidade.

“Se um idoso manifestar a doença sem ter vivenciado isso antes, temos que suspeitar se ele não está passando por um quadro demencial”, alerta Abdo.

O transtorno também não deve ser confundido com um desajuste temporário. Em uma fase difícil, a pessoa pode usar o sexo como atividade compensatória, mas, em geral, esse comportamento dura alguns dias ou semanas e depois desaparece.

Como não têm autocontrole, os pacientes costumam se sentir culpados e, consequentemente, passam a se autodepreciar, segundo Bellintani. Os relacionamentos mais próximos também podem ficar abalados, especialmente se a mulher ou o homem têm parceiros fixos.

Além das complicações psicológicas, os compulsivos também sofrem com muitos problemas de saúde em função dos hábitos desregrados. Aos poucos, o corpo se torna fraco, a imunidade cai e a pessoa começa a apresentar uma série de doenças e pode até morrer por inanição e por complicações de uma infecção não tratada.

Também acontece o que os médicos chamam de empobrecimento existencial, causado pelo isolamento do indivíduo e da consequentemente perda de repertório.

A pressa para realizar o ato também faz com que muitos deixem de se proteger contra doenças sexualmente transmissíveis. Sem tratamento, a pessoa tem a vida encurtada, informa Abdo.

Busca de explicações

Além de se tratar, o que todos querem saber quando chegam ao serviço de atendimento são as causas da compulsão. Não há uma explicação definitiva, apenas fatores relacionados. A psiquiatra do ProSex diz que uma das razões estaria no cérebro. “Segundo alguns estudos, o problema pode estar relacionado a um distúrbio de neurotransmissores”, revela.

As vivências e as características próprias da personalidade de cada um também são relevantes e muitos vão buscar nas sessões de psicoterapia, indicadas no tratamento, os fatores possivelmente atrelados.

Embora possa se desenvolver de forma isolada, são frequentes os casos em que a doença aparece associada com outros tipos de compulsão, como o vício por comida, jogos ou compras.

Para buscar ajuda, os pacientes devem recorrer a serviço médico que ofereça atendimento com psiquiatras e psicólogos para tratar sua relação disfuncional com a sexualidade. No Proad, as sessões de terapia são feitas em grupo, onde todos compartilham suas experiências. Mas também é possível realizar um tratamento individual.

Cada caso é único, mas de maneira geral é necessário um período de três a quatro meses, no mínimo, para que a pessoa comece a se perceber melhor e, com isso, readquira o controle sobre suas funções. Em casos extremos, ela também pode ser medicada para que sua libido seja diminuída e sua ansiedade controlada.

Não há cura, como enfatiza Vieira Jr. “A relação com a dependência pode ser revista e mesmo modificada. Mas o comportamento está ali. Não é como um sarampo, que pode ser totalmente curado. O que o tratamento vai dar para a pessoa é a possibilidade dela escolher o que vai fazer com seus impulsos”, finaliza.

Fonte: Portal UOL

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