Pesquisa mostra que brasileiro é o que mais usa camisinha na 1ª relação

Sexo seguro

Uma pesquisa feita em 37 países mostra que o Brasil é o país com a maior proporção de uso de camisinhas na primeira relação sexual. Segundo o levantamento, 76% dos brasileiros mencionam o preservativo na primeira vez, contra 75,5% dos gregos e 62,8% dos sul-coreanos.

Os países com piores resultados são Indonésia (com 27,6% de uso na primeira relação), República Tcheca (30,4%) e Nova Zelândia (32,6%).

Entre os entrevistados brasileiros 77% disseram ter usado camisinha na última relação sexual. Ao longo da vida, porém, a proporção de uso é um pouco mais baixa, de 48%, já que a maioria das pessoas deixa de usar proteção quando a relação se torna estável.

A média global nesse quesito foi de 47%, o que mostra que o Brasil não está atrás em relação a sexo protegido.

DST e gravidez
Camisinhas

A maioria dos brasileiros se preocupa com DST (doenças sexualmente transmissíveis) e risco de gravidez ao ter uma relação sexual, mas para os homens a apreensão é um pouco maior: 62% deles se preocupam com DSTs, contra 55% das mulheres, e 46% têm medo de uma possível gravidez, contra 38% das mulheres.

A Durex Global Sex Survey envolve 29 mil pessoas dos seguintes países: África do Sul, Alemanha, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, China, Cingapura, Colômbia, Coreia do Sul, Croácia, Estados Unidos, Espanha, França, Grécia, Hong Kong, Hungria, Índia, Indonésia, Irlanda, Itália, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Nigéria, Países baixos, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Rússia, Suíça, Taiwan, Tailândia e Turquia.

Fonte: UOL

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Especialistas explicam diferença entre gostar muito e ser viciado em sexo

Ninfomaníaca - Filme
O assunto é cercado de mitos. Muita gente acha que a mulher ou o homem que busca o sexo a todo o momento é simplesmente um transgressor social, como explica Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex), mantido pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPqHCFMUSP).

Longe disso, trata-se de uma compulsão sobre a qual o paciente não tem qualquer controle. Por isso, é muito fácil diferenciar o comportamento normal do patológico: entre os dependentes, o sexo é uma prioridade, independente de onde estiver e com quem estiver.

“A pessoa abre mão da hora do almoço, falta ao trabalho ou se ausenta de suas atividades para procurar um parceiro ou se masturbar. Nada é mais importante que isso, nem o lazer, nem as relações sociais”, esclarece a psiquiatra.

Tentações irresistíveis

Também há quem acredite que, entre os dependentes, os impulsos sexuais são consideravelmente mais elevados, mas isso também não é verdade.

“O que move um dependente sexual é o mesmo que move qualquer um de nós. Os impulsos são os mesmos ou um pouco mais intensos, como em alguns casos. O que é diferente é a relação com esse impulso”, explica Aderbal Vieira Jr., responsável pelo setor de tratamento de dependências de comportamentos do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad), ligado ao Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Isso quer dizer que, diante de uma tentação, o compulsivo é compelido ao ato. “Essa é uma das principais características do transtorno: a sensação de falta de liberdade, controle, escolha”, enfatiza o médico. “Uma pessoa que não tem o distúrbio pode se sentir atraída por alguém, mas resiste à tentação de abordá-la. Com o dependente isso é diferente. Ele não consegue ‘negociar’ com seus desejos”, conta.

Até que consiga o êxtase sexual, a pessoa fica dominada por uma fissura. É uma dependência como qualquer outra que acarreta, inclusive, crises de abstinência, embora elas sejam de ordem emocional e psicológica.

De acordo com a psicóloga Egle Bellintani, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, quanto mais o dependente faz sexo ou se masturba, mais ele tem vontade de repetir o ato. “Como um dependente químico, esse indivíduo vai precisando de doses cada vez maiores de dopamina, liberada pelo cérebro toda vez que há sensação de prazer. A diferença é que ele não precisa de um fator externo, como a droga ou o álcool, para que haja essa descarga hormonal”, detalha.

Homens x mulheres

Ninfomania é um dos termos usados para se referir à disfunção quando ela se manifesta entre as mulheres. Para os homens, dá-se o nome de satiríase. As palavras são diferentes, mas pacientes de ambos os sexos têm as mesmas atitudes.

Assim, mesmo as mulheres que costumam ser mais discretas em suas abordagens, de maneira geral, podem se aproximar de estranhos para transar sem se preocupar com julgamentos externos e constrangimentos. “Quando vem o desejo, tanto a mulher como o homem perdem o senso crítico. Os dois agem por impulso e só depois se dão conta do que fizeram”, relata a psicóloga.

A compulsão, no entanto, é mais recorrente entre o sexo masculino. No Proad, 95% dos atendidos são homens. “A mulher tende a desenvolver com mais frequência a dependência afetiva, daí a existência de grupos como o Mada – Mulheres que amam demais. Mas quando ela é portadora de uma dependência sexual, age realmente como um homem, sem distinção”, confirma Vieira Jr.

Na opinião da psiquiatra do ProSex, embora todos os afetados sofram com a disfunção, a ninfomania é mais problemática: “Além das questões morais, a mulher é mais suscetível a doenças sexualmente transmissíveis e têm que lidar com o risco de gravidez. Isso torna a situação mais complexa”, afirma Abdo.

A maior incidência entre os homens também pode refletir a menor procura por ajuda médica entre pacientes do sexo feminino. Porém, como não há pesquisas populacionais sobre a doença, não é possível ir além dos registros realizados nos ambulatórios.
nymphomaniac-movie

Primeiros sinais

Ninguém se torna compulsivo da noite para o dia ou a partir de uma experiência desagradável. O excesso de pornografia também não leva ao vício. “Uma pessoa que gosta de pornografia não se torna necessariamente obcecada pelo assunto ou deixa de ter vida social por causa disso”, esclarece a psiquiatra.

Tanto o homem como a mulher apresentam os comportamentos característicos da doença entre o final da adolescência e o início da vida adulta. É nessa fase que eles começam a se interessar exageradamente por sexo. Entre os 20 e os 30 anos, o problema ganha intensidade.

“Se um idoso manifestar a doença sem ter vivenciado isso antes, temos que suspeitar se ele não está passando por um quadro demencial”, alerta Abdo.

O transtorno também não deve ser confundido com um desajuste temporário. Em uma fase difícil, a pessoa pode usar o sexo como atividade compensatória, mas, em geral, esse comportamento dura alguns dias ou semanas e depois desaparece.

Como não têm autocontrole, os pacientes costumam se sentir culpados e, consequentemente, passam a se autodepreciar, segundo Bellintani. Os relacionamentos mais próximos também podem ficar abalados, especialmente se a mulher ou o homem têm parceiros fixos.

Além das complicações psicológicas, os compulsivos também sofrem com muitos problemas de saúde em função dos hábitos desregrados. Aos poucos, o corpo se torna fraco, a imunidade cai e a pessoa começa a apresentar uma série de doenças e pode até morrer por inanição e por complicações de uma infecção não tratada.

Também acontece o que os médicos chamam de empobrecimento existencial, causado pelo isolamento do indivíduo e da consequentemente perda de repertório.

A pressa para realizar o ato também faz com que muitos deixem de se proteger contra doenças sexualmente transmissíveis. Sem tratamento, a pessoa tem a vida encurtada, informa Abdo.

Busca de explicações

Além de se tratar, o que todos querem saber quando chegam ao serviço de atendimento são as causas da compulsão. Não há uma explicação definitiva, apenas fatores relacionados. A psiquiatra do ProSex diz que uma das razões estaria no cérebro. “Segundo alguns estudos, o problema pode estar relacionado a um distúrbio de neurotransmissores”, revela.

As vivências e as características próprias da personalidade de cada um também são relevantes e muitos vão buscar nas sessões de psicoterapia, indicadas no tratamento, os fatores possivelmente atrelados.

Embora possa se desenvolver de forma isolada, são frequentes os casos em que a doença aparece associada com outros tipos de compulsão, como o vício por comida, jogos ou compras.

Para buscar ajuda, os pacientes devem recorrer a serviço médico que ofereça atendimento com psiquiatras e psicólogos para tratar sua relação disfuncional com a sexualidade. No Proad, as sessões de terapia são feitas em grupo, onde todos compartilham suas experiências. Mas também é possível realizar um tratamento individual.

Cada caso é único, mas de maneira geral é necessário um período de três a quatro meses, no mínimo, para que a pessoa comece a se perceber melhor e, com isso, readquira o controle sobre suas funções. Em casos extremos, ela também pode ser medicada para que sua libido seja diminuída e sua ansiedade controlada.

Não há cura, como enfatiza Vieira Jr. “A relação com a dependência pode ser revista e mesmo modificada. Mas o comportamento está ali. Não é como um sarampo, que pode ser totalmente curado. O que o tratamento vai dar para a pessoa é a possibilidade dela escolher o que vai fazer com seus impulsos”, finaliza.

Fonte: Portal UOL

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Metade dos brasileiros estão insatisfeitos com sua vida sexual

Satisfação sexual

Metade, ou 51%, dos brasileiros estão insatisfeitos com sua vida sexual, segundo pesquisa divulgada recentemente. O levantamento, patrocinado por um fabricante de preservativos, também mostra que 62% dos homens relatam dificuldades em manter a ereção, e apenas 22% das mulheres conseguem chegar ao orgasmo sempre que tem relações sexuais.

A Durex Global Sex Survey analisou entrevistas com 1004 homens e mulheres no país, com idades entre 18 e 65 anos. Do total, 880 são heterossexuais. E a maioria (89%) dos participantes estava em união estável no momento da pesquisa.

Os resultados foram apresentados pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (ProSex). De acordo com a especialista, o grande problema da vida sexual dos brasileiros é a falta de comunicação. “Situações que poderiam ser facilmente resolvidas acabam se tornando um problema”, diz.

Tabu
As consequências da falta de diálogo entre os parceiros em relação a preferências e dificuldades ficam claras nos resultados da pesquisa: as pessoas dedicam pouco tempo às preliminares (a maioria – 40% – dedica no máximo 15 minutos para isso), têm relações muito rápidas (13% finaliza o ato em no máximo 5 minutos) e as mulheres penam para ter orgasmo, principalmente as mais novas.

Além da falta de conversa, um dos aspectos que colabora para a insatisfação sexual, de acordo com a psiquiatra, é não admitir quando se tem um problema – mais de 60% dos brasileiros estão nessa situação (65% dos homens e 63% das mulheres).
Sexualidade

Em termos de frequência, no entanto, os brasileiros até apresentam bons resultados: 82% fazem sexo ao menos uma vez por semana. E 12% dos homens e 5% das mulheres transam diariamente.

Bem-estar
Entre os entrevistados, 63% dos homens e 72% das mulheres dizem que seu humor melhora quando têm relações sexuais. E, para 59% dos homens e 67% das mulheres, o sexo é uma arma poderosa contra o estresse.

Um quarto dos brasileiros acredita que ter relações sexuais faz com que se sintam mais atraentes. Aliás, em termos de autoestima, não estamos mal: mais de 60% dos pesquisados estão satisfeitos com os aspectos físicos que garantem uma boa vida sexual.

Práticas
O estudo também comparou os dados do Brasil com os de 36 outros países. Em relação a indivíduos de outras nacionalidades, os brasileiros se mostram mais adeptos a variedades: 50% recebem sexo oral (contra 33%, no resultado global) e 48% fazem sexo oral (contra 32%).

Já em relação ao uso de apetrechos, o brasileiro perde para a média global: 17%, no país, recorrem a artigos para melhorar o sexo, contra 22% da média global. “Mas esse resultado mostra uma evolução: há dez anos a proporção era de 2 ou 4%”, observa Abdo, que já coordenou outras pesquisas sobre as práticas sexuais dos brasileiros.

Fonte: UOL

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Garoto de programa, uma opção profissional

milf
Corpo sarado não é necessário
Sou carioca, faço pós-graduação na UFF e trabalho como garoto de programa. Não tenho o estilo rato de academia ou tigrão pegador. Pelo contrário, sempre fui tímido. Não sou muito bonito, mas também não sou feio. Tenho meus apetrechos: as clientes elogiam minhas pernas, cílios, boca, nariz e orelha. E mãos, claro. Sei seduzir quando é preciso.

Para ser GP, não é requisito básico ser bonito e marombado, pois o gosto da clientela varia muito. Umas preferem corpos sarados, outras preferem o papo, e há aquelas que visam uma boa pegada. Mulher tem feeling para essas coisas.

E foi assim que entrei nessa vida, pelo feeling de uma mulher.

A iniciação de um garoto
Estava numa balada estilo clube das mulheres: bebida liberada para as damas e dança de gogo boys até certo horário, e depois vinham os caras de verdade.

Logo que entrei, uma mulher de cerca de 50 anos começou a me paquerar. Vamos chamá-la de Isadora. Correspondi no começo, mas me desinteressei. Ela não fazia o meu tipo, não era muito bonita. Ao seguir da noite, ela foi se aproximando. Quando me separei dos amigos para ir ao banheiro, ela me abordou. Dançamos, e ela me propôs ir para o apartamento dela. Não aceitei. Ela me ofereceu duzentos reais.

Fiquei assustado, mas o clima acabou me seduzindo, me excitando. Topei.

Saímos da balada e fomos para seu apartamento em Copacabana. Fizemos amor muito gostoso. Depois, eu a aconcheguei em meu ombro e ela começou a me contar sobre sua vida, angústias, desilusões, planos futuros. Isadora estava em processo de divórcio, havia sido traída. E eu, que sempre fui bom ouvinte, senti que naquele momento aquilo me ajudou muito.

No dia seguinte, acordamos, tomamos café da manhã e, logo depois, me vesti e disse que precisava ir. Ela me pagou e me pediu meu celular.

Foi tudo muito de repente. Num instante, estávamos numa balada no centro; pouco depois estávamos na cama dela.

De certa forma, criamos um vínculo. Ela me ligava esporadicamente e sempre me pagava. No começo, neguei, disse que pensava nela como amiga, mas Isadora insistiu. E dinheiro não se nega demais.

Com o tempo, foi me indicando para amigas, a maioria casada e na mesma faixa etária, entre 45 e 55 anos.

Quando dei por mim, já era um GP, com uma clientela fixa na zona sul do Rio.

Para onde envio meu currículo?
A maioria dos GPs que conheci, quase todos apresentados por Isadora, eram caras sarados. Somente eu e uns poucos eram medianos.

Não há uma regra clara para o cara que queira ser um GP.

Em primeiro lugar, é preciso gostar muito de mulher. Várias vezes você terá que satisfazer uma mulher que não lhe dá tesão e, não adianta, o negócio vai ter que subir.

Aí é que está o grande problema da maioria dos GPs. É difícil às vezes sentir tesão por uma mulher que tem o corpo da sua mãe. Por isso, muitos recorrem a remédios, às vezes em excesso, o que pode causar impotência ou riscos ainda mais sérios à saúde. Sem falar que muitos já tomam suplementos para manter o porte sarado, uma combinação que pode ser letal.

Outro problema: você terá de ser discreto e aprender a controlar os sentimentos. É muito difícil conciliar o trabalho com um relacionamento, principalmente se o cara for muito requisitado. As clientes em geral não têm uma flexibilidade grande e você tem que ir ao dia e horário em que é requisitado. Se mostrar indisponibilidade muitas vezes, é apagado da agenda.

Além disso, claro, a sociedade em si não vê esta profissão com bons olhos, então você não poderá sair por aí anunciando que é um GP.

Os ganhos podem ser altos e sedutores, mas já vi muitos caras chorarem, se desesperarem, afogarem as mágoas em porres homéricos. A maioria entra, curte e sai logo. É interessante como experiência, mas para seguir nessa vida é preciso ter culhões.
Milfs

Um corno atrapalha muita gente
Em quatro anos de carreira, não encarei muitos perrengues.

Um dos mais comuns são clientes apaixonadas, ciumentas, possessivas. Já ouvi histórias de GPs que tiveram suas vidas infernizadas, perderam namoradas, um inferno. Mas não foi meu caso.

Para mim, o maior inimigo do GP é o marido.

Eu ia fazer um programa com uma cliente, e marcamos um jantar antes. Lógico, num lugar afastado de sua casa, pois era casada e não queria ser vista. Tudo estava ótimo, o jantar maravilhoso, o lugar discreto, as carícias rolando por debaixo da mesa, até que em certo momento ela gelou e disse “vamos embora”. Fiquei surpreso, mas obedeci.

Um dos clientes que acabara de chegar nos seguiu e chamou seu nome. Ela não olhou para trás, pegou o carro e acelerou. O desgraçado era amigo do marido.

Vinte minutos depois, no carro, o celular dela começou a tocar. Era o marido, ligando de São Paulo. Ela ficou desesperada: não atendeu, me deixou num ponto de ônibus e foi embora.

Dois dias depois, recebo uma ligação no celular, curta e grossa:

“Filho da puta, eu vou te matar!”

Felizmente, não passou disso. Nunca mais soube dele, nem dela. Mas até hoje tenho medo e evito os lugares que frequentamos juntos. Tive que trocar meu número de celular, o que me fez perder clientes.

Foi a pior situação que passei.

Quem contrata garotos de programa
A clientela dos GPs é bem diversa, mas posso destacar três grupos principais:

Casada carente ou viúva solitária

Essa é a clientela mais comum, na faixa etária de 30 a 60 anos. Algumas buscando sexo, outras conversa e carinho, dependendo do que está faltando no casamento. Mais propensas a se tornarem clientes fixas, comportam-se com muita discrição e, por isso, acabam optando por GPs mais velhos.

Chifruda

São as mulheres que foram corneadas e, agora, querem se vingar do marido e pagá-los na mesma moeda. A faixa etária é diversa. Este o grupo é o mais perigoso, pois para uma traição servir como vingança é preciso que ela seja descoberta. Resultado: muitas vezes, o telefone do garoto de programa pode acabar caindo no colo do marido.

Curiosa

São aquelas que leram em algum lugar ou têm uma amiga que experimentou e agora querem saber como é. Às vezes, incluem mulheres bem gostosas, mais atraídas por GPs sarados. Raramente se tornam clientes fixas, e acontece de se arrependem do programa. Esse grupo também inclui as mais taradas na cama. Com o GP, querem fazer tudo aquilo que o pudor ou a moral as impede de fazer com o marido, por medo de serem taxadas de putas.

Oi, sou homem, quero te contratar
Não são só as mulheres que buscam serviços de GPs.

Alguns homens querem ser comidos por outro homem. Por outro homem mesmo, nada de passivo ou ativo. Conheço alguns GPs que atendem esse tipo de cliente. Eu mesmo não atendo.

Outros caras têm fetiche em ver sua mulher ser comida por outro cara. Já fiz um programa assim, e não me agradou muito. No meio de tudo, o cara quis participar, me tocar, e não me senti bem. Ser assistido por outro cara também me deixou um pouco incomodado. Não recomendo, mas vai de cada um.

Alguém se habilita?
Atualmente, estou mais concentrado em terminar minha pós do que em meu “emprego alternativo” – embora este emprego muitas vezes sirva de válvula de escape para os estresses do dia a dia.

Além do mais, quem não gosta de se sentir desejado, de ter mulheres ligando para foder com ele (no bom sentido) e ainda por cima pagarem por isso? Para não falar nos jantares em lugares caros, passeios, etc.

Cultivei muitas amizades. Algumas clientes viraram amigas e, hoje em dia, estão até mais felizes em seus casamentos. Ser comidas direito acabou fazendo com que recuperassem sua auto-estima, se cuidassem mais, se amassem mais. E, naturalmente, isso fez com que seus maridos passassem a olhá-las de outra maneira. Talvez devessem me agradecer por ter salvo seus casamentos e por meus bons serviços à comunidade.

Em breve, pretendo pendurar as chuteiras, me relacionar com alguém, voltar a viver um pouco uma relação normal.

Então, meus caros, teremos uma vaga no mundo dos GPs, e a demanda é grande. Será que alguém se habilita?

Fonte: Papo de Homem

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45 dicas sexuais que toda mulher gostaria que os homens soubessem

Casal no sofá

Ao longo dos séculos, homens de diferentes nações e culturas, correm atrás de uma fórmula mágica para conhecer as necessidades, os desejos e anseios femininos, tanto na cama como fora dela.

Depois de recorrer a inúmeras pesquisas, publicações masculinas e femininas, conselhos de terapeutas, amigas e amigos, refletir sobre os antigos relacionamentos e aprender com os erros (principalmente) e acertos, conseguimos reunir as 45 coisas que as mulheres gostariam que os homens soubessem.

Quer apimentar sua vida sexual e ser o melhor amante que uma mulher já teve? É só ler e seguir os conselhos desta lista.

ANTES DO SEXO

1# O Cavalheirismo é afrodisíaco
Marcou aquele jantar ou encontro especial e quer esticar a noite? Aja como um cavaleiro. Dê atenção a ela ao falar, não converse com boca cheia, mostre interesse na vida dela e faça gentilezas, como abrir a porta do carro, se ofereça para pagar a conta nos primeiros encontros, etc. Lembre-se que o cavalheirismo é o afrodisíaco feminino.

2# Adicione um pouco de risco a sua vida
Praticar uma arte marcial, esportes de aventura ou até corrida apimentam sua vida sexual. As atividades físicas de intensidade estimulam a dopamina no cérebro, o que pode provocar o desejo sexual.

3# Se ela ignorar suas ligações, não encare como um fora
O celular dela tocar e ela não atender ou demorar uns três toques até que fale com você não significa que ela não esteja nem aí. Isso faz parte do jogo onde ela precisa mostrar resistência para você valorizar mais o envolvimento.

4# Compre seu doce favorito
Apesar de serem exigentes, alguns pequenos agrados podem causar o mesmo efeito de grandes presentes. Saber e comprar seu doce favorito e presenteá-la com ele em ocasiões não especiais é um exemplo disso.

5# Diga ‘Oi’ com beijos
Sempre cumprimente sua peguete/namorada/parceira com um beijo.

6# Abrace-a por trás
A mulher adora quando você a abraça por trás e sussurra em seu ouvido. Pratique sem moderação.

7# ‘Bem’ não é o suficiente
‘Bem’ nunca é uma resposta apropriada quando ela lhe perguntar como ela está.

8# Aumente sua confiança
Aprenda com os cafajestes e saiba usar a lábia a seu favor. Elogie o que ela curta nela e se preocupa (cabelo, sapatos, avanços profissionais, etc). Com a parceira sexual mais confiante, o sexo vai ser muito mais entregue e melhor.

9# Improvise datas
Saia do senso-comum de planejar eventos especiais só em aniversários de namoro ou datas festivas. Improvise uma saída no meio de semana, pegue-a de surpresa com a comemoração ocasional, ela vai adorar essas coisas.

10# Aumente a excitação dela COM CHEIRO
Borrife um toque de perfume que ela gosta. Um estudo realizado pela Universidade de Indiana descobriu que mulheres ficavam mais excitadas quando sentiam cheiro de colônias masculinas do que com odor neutro.

11# Não peça, sugira
Quer experimentar algo novo na cama que viu em algum lugar? Ao invés de ser incisivo e dizer “É isto o que eu quero”, use a forma “Você já pensou em fazer isso?”. O resultado é muito mais rápido e eficiente.

12# Descubra como ela quer através do beijo
Se uma transa começa com um beijo, é com ele que podemos notar qual tipo de sexo ela vai querer. Pode ser um beijo suave, do tipo, ‘quero um sexo romântico, papai e mamãe’, ou um beijo intenso e mais forte, do tipo “quero que você me trate como uma vagabunda”.

13# Até as meninas boazinhas são Bad Girls
Tire da cabeça que aquela garota de família não curte sacanagem. Elas podem não fazer isso publicamente. Mas, entre quatro paredes, querem um sexo sujo e pegado como qualquer outra.

14# Aposte em carícias não sexuais
Quando você estiver sentado ao lado de sua peguete, namorada ou esposa no carro, ônibus ou em qualquer lugar, aproveite para tocá-la sem interesse sexual. Descansar sua mão a poucos centímetros acima do joelho é uma opção. É íntimo, mas, obviamente, não sexual, então ela não vai pensar que você está apenas procurando-a para sexo. Esses pequenos gestos podem aproximá-la ainda mais de você.

15# Não faça malabarismos com a língua
Quando estiver beijando-a, é bom ter um pouco de ação na língua, mas não use-a como se fosse um malabarista do Cirque du Soleil. Controle a intensidade e movimentos e mantenha na frente de sua boca.

16# Mantenha seu quarto quente, mas não uma sauna
Algodão egípcio e interruptores com dimmer não influenciam tanto, mas a temperatura do seu quarto é um item bem importante para atrair uma gata. Imagine o dia com temperatura acima dos 30°. Ela não vai se sentir à vontade em um ambiente que seja tão quente a ponto de vocês dois acabarem encharcados depois do sexo.

17# Livre-se da TV do quarto
Abdique da TV no quarto. Além de atrapalhar o sono de vocês e ser um desperdício de tempo, leva o foco do casal no quarto para longe da relação.

DURANTE E DEPOIS DO SEXO

18# Explore novas áreas
Prazer não se resume a boca, peito, bunda e ‘pepeca’. Explore novas regiões. Beije ao redor das coisas, comece acima do bumbum e vá subindo até o ombro. Se ela tiver de frente, explore com a boca a região da barriga, logo acima dos pelos pubianos. Sexo deve ser sobre descobertas, e não um destino.

19# Desfrute das lingeries delas
Talvez por pressa e tesão, poucos homens sabem o quanto uma mulher gosta de ser acariciada enquanto usa apenas a lingerie especial comprada para aquela noite. Por isso, não se apresse para deixá-la nua e aproveite o visual sexy, é muito mais excitante.

20# Seja eficiente na hora de tirar a roupa dela
Uma das coisas que pode cortar o clima na transa é a hora de tirar a roupa. Treine como tirar o sutiã dela (saiba onde fica o feche e como abrir), cuidados com calças skinny, os calçados apertados e JAMAIS transe de meias.

21# Use a palavra mais sexy
Sabe qual a palavra mais sexy que você pode dizer a uma mulher na cama? “Você”. Existe uma diferença brutal para elas em falar ‘que está bom demais’ e ‘o que você faz é bom demais’. Por isso, inclua muitas vezes ‘Você’ quando estiver com ela.

22# Use o espelho para excitá-la
Visualizar ajuda as mulheres a se excitarem. Seduza-a na frente de um espelho de corpo inteiro, acaricie-a nos ombros, braços e quadris enquanto ela visualiza na frente do espelho.

23# Concentre-se nos detalhes
Palavras que ela gosta de ouvir: “Suas sardas são lindas”, “Adoro a tatuagem do seu pezinho” ou “ curti muito o modo como sorri pra mim”. Concentre-se em detalhes exclusivos sobre ela e a mulher vai saber que você não disse a mesma coisa para as outras 52 mulheres com quem você já saiu.
Dicas Sexuais

24# Procure sinais não-verbais
Durante as preliminares, ver e ouvir pistas não-verbais como gemidos, compressões, suspiros, facilita bastante no prazer que poderá proporcionar a ela.

25# Mostre-se aberto a sugestões
Falar sobre sexo sem pudor e perguntar sobre a opinião e preferência da parceira só vai estreitar a relação e deixá-la muito mais à vontade para realizar as fantasias e taras.

26# Assista pornô no mudo
Veja filme pornô junto com a parceira sem som. Ao invés do diálogo do encanador ou do entregador de pizza, promova uma conversa entre vocês. Isso faz com que você aprenda a falar e discutir coisas eróticas, além de ajudar a revelar as fantasias mais safadas.

27# Mantenha a higiene íntima
Você não precisa desmatar a mata atlântica, mas tem que aparar o saco caso queira que ela faça sexo oral em você. Não precisamos nem falar que higiene é fundamental, por isso encare um banho ou dê um belo trato antes de esticar a noite.

28# Feedback imediato durante o sexo oral
Para saber se está mandando bem no sexo oral, coloque o seu dedo médio no períneo dela (logo abaixo da vagina e acima do ânus). Quando você está excitando ela no lugar certo, o períneo se contrai involuntariamente.

29# Seja mais lento para uma resposta mais rápida
Se a garota leva muito tempo para atingir o orgasmo durante o sexo oral, fazer movimentos rápidos não vai ajudá-la a chegar ao clímax mais rapidamente. Em vez disso, desacelere. Quando mais suave, lento e consistente você for, mais rápido ela vai atingir o orgasmo.

30# A vida não é um filme pornô
Esqueça as abordagens do filme pornô e não vá aos finalmente logo de cara. Imagine um sexo como uma luta de boxe: é preciso estudar o ‘adversário’ para aguentar todos os rounds. Ir pra cima e gastar todas as energias no começo quase nunca é a melhor estratégia.

31# Não faça muitas perguntas
Durante o sexo, nunca pergunte: “O que você gosta?”. As mulheres chegam ao clímax se as coisas fluírem normalmente. Fazer perguntas, pedidos ou questionamentos só inibem o progresso.

32# Escolha a posição certa
Há momentos no mês em que a mulher está mais propícia para um sexo mais pegado e outros em que ela está afim de um sexo romântico. Tudo está relacionado ao ciclo menstrual, conheça ele e aproveite melhor as posições no sexo.

33# Mostre a ‘pegada’
Apesar de ser delicada e feminina, as mulheres esperam de um homem na hora H uma boa pegada, aquela que mostra vontade e desejo ao mesmo tempo. Não faça de rogado e mostre a que veio.

34# Aumente o contato
Na posição cachorrinho, você pode aumentar o contato do clitóris fazendo com que ela levante a bunda para cima ou afastar as suas pernas para o lado, para que possa tocar a parede vaginal mais sensível. Aproveite a posição e use os dedos para brincar com o clítoris dela (utilize um pequeno vibrador para intensificar a excitação).

35# Use travesseiros
Se ela estiver deitada e você por cima, coloque dois ou três travesseiros embaixo do seu quadril para empinar sua bunda e aumentar o contato do clitóris. O atrito e a excitação é muito maior.

36# Parcimônia nos brinquedos eróticos
Crie uma intimidade com a parceira antes de sugerir brinquedos e apetrechos sexuais. Ela pode estranhar os objetos e não curtir a ideia como você.

37# Abandone o SCRIPT
Abandone o script da transa rotineira com preliminares, sexo, carinho. Emende duas transas juntas, proponha uma noite só de provocações, isso vai deixá-la muito mais excitada.

38# Domine a técnica do Stop-Start
Para durar mais tempo sua excitação durante o sexo você precisa dominar a técnica do Stop-Start. Preste atenção quando você está se aproximando da ejaculação e, faça uma pausa por um tempo para ‘deixá-lo’ menos no clímax. Isso não significa largar a gata na cama para jogar uma partida de Fifa, mas trocar de posição (escolha uma com atrito menor), dar prazer somente a ela, ou tirar a atenção excessiva do seu tesão por alguns minutos, para depois voltar novamente ao ponto máximo de excitação.

39# Não perca o timing
Aproveite o sexo com as coisas que você têm na mão ou estão próximas do ambiente. Não interrompa a hora H para pegar a algemas que estão na sala ou o chicotinho que deixou dentro do guarda roupa. Ao invés de apimentar o clima, você vai esfriar a relação.

40# NÃO “ERRE” A PONTARIA
O acordado não sai caro e, se ela disse que não quer fazer sexo anal, não insista. “Errar a pontaria” só vai deixá-la totalmente broxada, além da vontade que ela terá de te matar pela dor.

41# Continue fazendo o que VOCÊ ESTÁ FAZENDO
Ao contrário do homem, uma mulher pode perder um orgasmo no momento em que ele está acontecendo e qualquer tipo de mudança pode estragar o momento. Para evitar isso, quando ela estiver chegando lá, continue fazendo exatamente e com a mesma frequência que você estava fazendo.

42# Penetrações mais rápidas não significam melhores
Esqueça isso de que penetrações mais rápidas são melhores para o sexo. Existem posições em que a penetração não é tão profunda e concentrar em estocadas rasas não será tão eficiente para o prazer feminino. Às vezes, só de deixar o pênis dentro, com ela movimentando, funciona melhor. Você ainda pode brincar fora da vagina, para provocá-la.

43# Faça-a sentir sexy após o sexo
Diga que ela é linda depois do sexo, mesmo com cabelo bagunçado, maquiagem borrada e roupas em pedaços. Fazendo-a se sentir sexy depois, você esta preparando o terreno para os próximos encontros sexuais.

44# Não sabe o que dizer, fale sobre vocês
Após a transa, em vez de queimar seus neurônios procurando o que falar naquele silêncio constrangedor, diga algo específico do que você gosta nela. Melhor ainda, falar de um momento em que passaram juntos, isso vai dar a certeza a ela de que valeu a pena investir em você.

45# Faça seu café da manhã
Quando a mulher dormir mais que você, é legal acordá-la com um café da manhã na cama. “Quando o homem cozinha ou prepara algo para a mulher, ele está dizendo para ela: Você vale o meu tempo. Deixando ela muito mais à vontade e entregue a você”, diz Martha Hopkins, autora de Relações Sexuais: um livro de receitas afrodisíacas.

Fonte: Manual do Homem Moderno

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8 bons lugares para uma rapidinha

Rapidinha

‘Dar uma rapidinha’ é como pedir uma pizza pelo telefone: fácil, rápido e todo mundo adora. Se você anda meio sem criatividade, o site da revista Glamour listou 8 bons lugares para colocar esta ideia em prática. Confira abaixo.

Na cozinha
Além de servir para cozinhar, as bancadas também são perfeitas para o momento da intimidade.

Na banheira
Deixe o seu banho de lado por alguns minutos e crie uma atmosfera sexy e caliente.​

No seu escritório
Acredite, ela está sonhando com este momento mais do que você imagina.

No carro
Da próxima vez que estiver no carro completamente perdido por um bairro desconhecido com sua companheira, apenas façam uma pequena parada em um local deserto e se divirtam um pouco.

Na casa dos seus pais
É excitante saber que é preciso ser rápido para não ser pego durante uma visita.

No banheiro de um hotel
Precisando injetar um pouco de paixão ao seu encontro? Então pule a privacidade do quarto de um hotel. No lugar disso, tome alguns drinques no lobby e depois a convide para uma escapadinha no banheiro mais próximo.

Em qualquer lugar a céu aberto
Se você vai fazer isso, tem que ser rápido – afinal, vocês estão em público. Dica: leve um lençol, porque a areia queima e o concreto pode ser dolorido.

Banheiro do avião
Espere até meia-noite e, quando todo mundo estiver cochilando e as luzes estiverem apagadas, corra para o banheiro – e, claro, tente ser rápido.

Fonte: Terra

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